Tanto de tequila e vinho que’la bebeu
Não é mais que o turbilhão de lágrimas derramadas.
Bem mais que seu coração partido
Foi, sobretudo, as paredes destruídas
Pelo mesmo homem que outrora cruzou
Castelos impossíveis...
Para qualquer face do silêncio
Que se desvela a alguma linguagem não falada:
Como a leve corrente das águas d’um riacho,
Como uma árvore que semeia sombra a dois namorados
Como uma cigana que lê uma mão curiosa por generosidades
Como uma besta que aprende poesia depois de dois mil anos...
Afinal, para qualquer face do silêncio além da voz...
O importante é que castelos brotam no meu chão.

